Enxerto de gordura começa a ser utilizado com maior frequência em cirurgias plásticas

Ex-presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica-REGIONAL SÃO PAULO e Membro da International Society of Aesthetic Plastic Surgery, o cirurgião plástico Antonio Graziosi afirma utilizar cada vez mais a técnica em cirurgias de rejuvenescimento e aumento de mamas e nádegas e também para uniformizar a pele em caso de celulite.

Com o passar dos anos, o rosto de uma pessoa começa a mudar e aparecem os sinais de envelhecimento. Perde-se o contorno original e o volume na face, modifica-se a estrutura óssea, a musculatura cede e os supercílios desabam. Visando o rejuvenescimento facial, é possível agregar procedimentos que complementam o tradicional lifting do rosto.

Com excelentes resultados, os enxertos de gordura têm ajudado a melhorar as intervenções plásticas de rejuvenescimento. Esta complementação é possível não somente na face como também em cirurgias de outras regiões como a prótese de glúteo e as próteses mamárias.

Quem revela o êxito da utilização da gordura é o cirurgião plástico Antonio Graziosi que faz uso da técnica em seus pacientes. “Parece existir um boom do uso dessa técnica. Eu mesmo sou adepto e tenho tido ótimos resultados”, afirma.

Graziosi explica que a gordura excedente do corpo do paciente é retirada com o auxílio de um lipoaspirador com baixa pressão, centrifugada mecanicamente, isolando as células de gordura das demais, e injetada com auxílio de seringas específicas nos locais necessários. “No caso da face, ela pode ser utilizada logo abaixo do supercílio ou malar e nas cirurgias das mamas para dar uma forma mais natural ao colo”, explica.

Embora a técnica lembre o implante de células tronco, não existe a cultura das células após a retirada da gordura. “Nós fazemos a centrifugação desse material para separar as células de gordura. Sabemos que no material centrifugado existem células tronco e as injetamos no mesmo tempo cirúrgico sem a necessidade de levar ao laboratório que promove a cultura dessas células. Temos ciência que estas células podem originar outras células de gordura, mas não é o mesmo procedimento”, explica o cirurgião plástico.

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Março/2012

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